terça-feira, 7 de agosto de 2012

CURIOSITY pousou com sucesso em Marte

CURIOSITY - O Jipe-Robô pousou em Marte para "buscar VIDA"
Imagem da Curiosity no local de pouso na cratera de GALE-ao fundo o Mte SHARP(NASA)
A Curiosity, um veículo robótico rover da Nasa pousou com sucesso na cratera de GALE (em Marte) por volta de 2h31 (horário de Brasília) com um conjunto inédito de procedimentos, usando um guindaste e cordas de náilon.  Trata-se de uma missão não tripulada como objetivo de investigar a possibilidade da existência de alguma forma de vida ou se já houve.

 Uma das Primeiras imagens feitas pelo robô 'Curiosity' da superfície de Marte
Com a confirmação do pouso na cratera, de 154 quilômetros de diâmetro, a equipe da Nasa em Pasadena, na Califórnia, os cientistas comemoraram muito o sucesso inicial da missão na qual muitos já trabalham há cerca de 10 anos. A descida pela atmosfera do planeta, após uma viagem da Terra de 570 milhões de quilômetros, foi chamada de "sete minutos de terror" por conta das manobras de alto risco que reduziram a velocidade da nave, de 20 mil km/h para apenas 1m/s, o que permitiu que as rodas do jipe-robô tocassem a superfície da cratera suavemente. O veículo-rover deve executar a primeira fase de sua missão em 98 semanas, mas a expectativa é que continue suas pesquisas por cerca de uma década. Geradores de plutônio têm capacidade de fornecer calor e eletricidade por pelo menos 14 anos para a missão, pois trata-se de um sistema de geração de energia diferente do de outras missões que contaram com painéis para geração de energia solar.

Este robô está equipado com ferramentas que podem, entre outras coisas, perfurar rochas, pulverizar e coletar amostras de materiais do planeta. Os estudos do robô começarão em uma montanha localizada no interior da cratera. Ele irá subir a montanha e estudará as pedras ali sedimentadas ao longo de bilhões de anos. A Curiosity buscará indícios de substâncias que possam ter sido propícias à vida em Marte. Indícios da presença de água no passado de Marte foram detectados em estudos anteriores, feitos a partir de imagens do local. A missão que enviou o jipe-robô Curiosity a Marte custou US$ 2,5 bilhões.
Curiosity vai fazer cartografia do sistema solar
Imagem do sistema de paraquedas para pousar a sonda robo (acima).Abaixo, o escudo térmico da sonda na entrada da atmosfera marciana
Imagens de Marte

Esquema da aterrisagem da Curiosity emMarte. Credito: NASA

Mistérios Arqueológicos

Saiu nas bancas a revista Mistérios da Arqueológia, inclusive com uma matéria especial de mina autoria sob o tema "MISTÉRIOS ARQUEOLÓGICOS no BRASIL"



4° CONGRESSO UFOLÓGICO CIDADE TIRADENTES
Gucit – Grupo Ufológico Cidade Tiradentes
  Entrada Gratuita
 Domingo – 26 de agosto de 2012
08h00’ às 18h00’ horas

Palestrantes e Temas
Ademar Gevaerd – Editor da Revista UFO
Os Agroglifos de Santa Catarina

Sérgio Campos
Lendas, Mitos e Ufologia na região de Peruíbe

Edison Boaventura Jr. – Grupo Ufológico do Guarujá
O Caso Varginha

Leo Mark
Evidências Extraterrestres na Origem de Jesus Cristo e nos Mitos Religiosos

José Maldonado
O Caso São Lourenço

Paulo Aníbal G. Mesquita - Exo-x – Grupo de Pesquisas Ufológicas
Cantareira! Um exemplo de Contato Imediato de 2º Grau - Amostra de Marca do Trem de Pouso de UFO

Aviso: Estaremos com a CANTINA aberta, serviremos tortas, pizza folhada, sanduíches e refrigerantes.

Endereço: GEAS – Rua Força Pública, 268 – Santana – Metrô Carandiru - São Paulo – SP
Informações: mauroderezende@yahoo.com.br

sábado, 4 de agosto de 2012

Curiosity, um robô rover em Marte

Curiosity vai explorar Marte em busca de vida


Curiosity em ação no planeta Marte (simulaçao)
O robo-jipe Curiosity (também chamado de MSL, sigla em inglês para Laboratório Espacial de Marte) vai entrar na atmosfera marciana a 21.000 quilômetros por hora, e terá apenas 7 minutos para realizar as arriscadas manobras de aterrisagem no planeta Marte. O pouso será na na madrugada de domingo (5/8) para segunda-feira (6/8), previsto para às 2h31 da manhã (horário de Brasília) do dia 6, e será transmitido pela Nasa.  Os tais 7 min citados esta sendo apelidado de "momento de terror", pois vem do intervalo de comunicação de 14 minutos ( 7 para ir o contato da Terra p/ Marte e 7 para voltar a resposta de Marte p/ Terra) entre a Terra e Marte, que vai fazer com que o Curiosity tenha que pousar completamente sozinha, sem a ajuda do controle de missão, apenas seguindo as 500 mil linhas de código de computador que os engenheiros da Nasa programaram para dirigir todos os movimentos do jipe. Eles só saberão se tudo deu certo no fim das manobras.

O jipe-robô, que tem um o tamanho de um carro pequeno, vai passar dois anos pesquisando se Marte já teve algum dia os elementos necessários à vida. Missões anteriores já encontraram gelo e sinais de fluxo de água. O Curiosity vai perfurar o solo marciano, em busca de carbono e outros elementos químicos e fazer fotografias de Marte. Ao custo de US$ 2,5 bilhões (R$ 5 bilhões), é a missão mais sofisticada e cara que a agência espacial dos Estados Unidos já mandou a Marte, um planeta com um histórico hostil a espaçonaves terráqueas. É difícil chegar lá e mais difícil ainda pousar ali. Mais da metade das tentativas de chegar a Marte foram fracassadas, e apenas a Nasa conseguiu algum sucesso. “Você pode fazer de tudo para garantir o sucesso de uma missão, e mesmo assim, Marte ainda pode te dar uma rasteira”, afirma Scott Hubbard, ex-chefe do programa de Marte da Nasa, atualmente lecionando na Universidade de Stanford.

Por causa de seu tamanho e peso (900 quilos), o Curiosity não pode pousar como seus antecessores menores, o Spirit e o Opportunity (que ainda está ativo). Eles se valeram da fricção com atmosfera marciana e air bags para descer a salvo, mas desta vez a Nasa está testando uma nova estratégia. Ela se assemelha ao modo como helicópteros desembarcam grandes cargas, por um cabo. Qual o grau de dificuldade disso? “Acima de dez,” afirma Adam Steltzner, um engenheiro do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, que gerencia a missão. “Será um grande avanço tecnológico se isso funcionar. É uma aposta arriscada”, disse o analista de política espacial da American University Howard McCurdy.
Após uma viagem de oito meses e meio, por 566 milhões de quilômetros, será assim que o Curiosity vai pousar:
- Dez minutos antes de entrar na atmosfera marciana, o Curiosity se separará da cápsula que o levou a Marte;
- Seu escudo protetor se abre e o Curiosity vai entrar a 21 mil quilômetros por hora, desacelerando com uma série de curvas em S;
- Quando estiver a uma altitude de 11 quilômetros e a 1400 quilômetros por hora, seu paraquedas se abrirá;
- Seu escudo será descartado e o radar se ligará, para pesquisar o local de pouso. Nesse ponto, estará a 8 quilômetros de altitude e a 450 quilômetros por hora;
- Uma câmera de vídeo a bordo do Curiosity começará a gravar a descida;
- A 1,6 quilômetro de altitude, o paraquedas será descartado;
- O Curiosity continua, nesse ponto, ligado a um pequeno foguete, que será usado para desacelerá-lo a menos de 3,2 quilômetros por hora;
- Doze segundos antes do pouso, cabos de nylon soltarão e baixarão o Curiosity. Quando suas seis rodas tocarem o chão, o jipe cortará os cabos. Os foguetes também serão descartados e voarão para longe.

O local de pouso será a cratera Gale, perto do equador marciano. Cientistas sabem que a Gale já teve água, por imagens que revelam em camadas inferiores de solo sinais de argilas e sais de enxofre, que se formam na presença de água.

Image Caption: Gale Crater Landing site for Curiosity. Credit: NASA LOCAL de POUSO da CURIOSITY

Fonte: Portal IG http:/ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2012-08-04/pousocuriosity
AP ( Agência Press)
http:/www.universetoday.com/96596/curiosity-precisely-on-course-at-t-minus-48-hours-till-a-priceless-asset-lands-on-mars/#ixzz22arA9nKP

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Nova Lua de Plutão foi descoberta

NOVA LUA de PLUTÃO
A lua P5, assinalada com um círculo  Fotografia © NASA; ESA; M. Showalter, SETI Institute

Chama-se P5 e foi identificada graças a observações feitas com o telescópio espacial Hubble
Tem uma forma irregular e um comprimento que não excede os 25 quilómetros, mas este novo corpo descoberto no sistema solar não tem nada de insignificante. O astro que acaba de ser anunciado pela NASA é, nada menos, do que a quinta lua de Plutão, o planeta do sistema solar mais distante do Sol, reclassificado pelos astrónomos como planeta-anão, em 2006.
Cinco luas - até agora - acaba por ser, afinal, uma boa marca para um planeta-anão, e os próprios astrónomos, que detetaram a nova lua, graças a observações feitas com o telescópio espacial Hubble, mostram-se surpreendidos com a complexidade do sistema plutónico. Para já, a nova lua chama-se apenas P5. A descoberta vem, por outro lado, reforçar a tese de que todas estas luas são o que resta de uma brutal colisão entre Plutão e outro corpo da cintura de Kuiper, a região do sistema solar onde ele se encontra. “A descoberta de tantas luas pequenas diz-nos indiretamente que deverá haver muitas rochas de pequena dimensão no sistema de Plutão”, afirmou Alan Stern, o investigador principal da missão Horizon, que está nesta altura a caminho do planeta-anão. Caronte, a maior das luas de Plutão, e a primeira a ser descoberta, foi identificada em 1978 por astrónomos do Observatório Naval dos Estados Unidos, em Washington. Em 2006, observações com o Hubble permitiram encontrar outras duas luas mais pequenas: Nix and Hidra.A última lua de Plutão a ser identificada antes desta agora, a P4 (ainda não mudou de nome), também foi detetada pelo telescópio Hubble.
Fonte:http:/www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2661081

sexta-feira, 29 de junho de 2012

JÚPITER, VÊNUS E ALDEBARÃ juntos

JÚPITER, VÊNUS e ALDEBARÃ alinhados no CÉU
Os Planetas Júpiter Vênus e a estrela Aldebarã, da costelação de Touro estão facilmente visíveis JUNTOS e praticamente alinhados no céu antes do nascer do sol- é a conjunção entre Júpiter, Vênus e Aldebarã. Quem levantar cedo, entre 05 e 06 horas da manhã, vai presenciar a cena abaixo:

Conjunção planetária Vênus Júpiter Aldebarã
Imagem tirada na cidade de São Paulo no site apolo11.com  Clique na foto para vê-la ampliada
 

Na imagem acima, o planeta Júpiter, que é um astro gigante gasoso é o ponto brilhante que esta mais à esquerda. No meio esta Vênus e  no lado direito é a estrela Aldebarã. Apesar de parecerem próximos entre si, as distâncias dos mesmos com relação à Terra são enormes sendo que  dentre os  três, Vênus é o mais próximo de nós e esta cerca 54 milhões de quilômetros da Terra. Bem mais distante, Júpiter se encontra atualmente a 865 milhões de quilômetros. Aldebarã é a estrela mais brilhante da constelação de Touro e é o objeto mais distante. Medições feitas pelo satélite Hipparcos indicam que a estrela se localiza a 65 anos-luz da Terra, cerca de 5.8 quatrilhões de quilômetros. Seu brilho é aproximadamente 150 vezes mais intenso que nosso Sol, tão forte que na Grécia antiga já era conhecida como "tocha".No dia 9 de julho a estrela Aldebarã ficará praticamente colada em Vênus. Maiores detalhes em www.apolo11.com

quarta-feira, 27 de junho de 2012

EXOPLANETA estudado em detalhes

Saiu  no portal Yahoo. Fonte: http//br.noticias.yahoo.com/dos-primeiros-exoplanetas-descobertos-come%C3%A7a-revelar-segredos-180354619.html

Um dos primeiros exoplanetas descobertos começa a revelar seus segredos

Ilustração mostra o planeta, descoberto em 1996 na constelação de Bouvier. (Foto: ESO / AFP)

                       Quinze anos depois de sua descoberta, o Tau Boötis b, um dos primeiros exoplanetas identificados, revela finalmente alguns de seus segredos e poderá permitir aos astrônomos desvendar os mistérios de todos os exoplanetas que estão, como ele, escondidos pelo resplendor de sua estrela.
Até agora, os cientistas que procuram no céu os planetas fora do nosso sistema solar, que orbitam outra estrela como o nosso Sol, só podiam observá-los indiretamente, na maioria das vezes.
A luz emitida por sua estrela é tão brilhante que não é possível distinguir o brilho do exoplaneta, como se um poderoso projetor sufocasse o brilho de uma vela. Por isso, os cientistas tinham que se contentar em deduzir a presença desses planetas a partir de alguns efeitos gravitacionais que produzem em sua estrela. Os astrônomos não podiam analisar a atmosfera de um exoplaneta, ou mesmo deduzir com precisão a sua massa, a menos que este exoplaneta passasse entre a estrela e a Terra, como ocorreu recentemente com o "trânsito de Vênus" na frente do Sol. Foi o caso de Tau Boötis b, um planeta descoberto em 1996 na constelação de Bouvier, que está tão perto de nós (51 anos-luz) que a sua estrela é visível a olho nu. Uma equipe internacional liderada por Matteo Brogi, do Observatório de Leyde (Holanda), teve a ideia de utilizar o chamado "Very Large Telescope" (VLT, "Telescópio Muito Grande") do Observatório Austral Europeu (ESO), no Chile para distinguir as duas fontes de luz. Com a ajuda do sistema CRICES do VTL (um espectrômetro que opera com luz infravermelha) e um engenhoso método que utiliza a velocidade de rotação do planeta em torno de sua estrela, os astrônomos foram capazes de reduzir significativamente o brilho da estrela para concentrar-se no brilho emitido por Tau Boötis b. "Graças à alta qualidade de observação proporcionada pelo VLT e pelo CRICES, conseguimos estudar o espectro do sistema com muito mais precisão. Antes, apenas 0,01% da luz que víamos era do planeta, o resto era da estrela e, portanto, não era fácil", resume Brogi em um comunicado do ESO. Ao captar diretamente a luz do exoplaneta, os astrônomos puderam calcular de forma precisa seu ângulo de rotação ao redor da estrela (44 graus) e deduzir sua massa (seis vezes a do planeta Júpiter, situado em nosso sistema solar). A equipe pôde analisar ao mesmo tempo a atmosfera de Tau Boötis b, sua porcentagem de monóxido de carbono, assim como a temperatura em diferentes altitudes. "Esta nova técnica significa que podemos agora estudar a atmosfera dos exoplanetas que não estão em trânsito diante de nossa estrela, e medir sua massa, o que era impossível antes. É um grande passo", afirmou Ignas Snellen, da Universidade de Leyde. O estudo, publicado nesta quarta-feira na revista britânica Nature, "mostra o enorme potencial dos telescópios terrestres", como o E-ELT (European Extremely Large Telescope), que a ESO prevê inaugurar em 2020. "Talvez algum dia encontremos desta maneira provas de atividade biológica em planetas semelhantes à Terra", concluiu Snellen.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

DIA MUNDIAL da UFOLOGIA

DIA MUNDIAL DA UFOLOGIA EM SOROCABA NESTE DOMINGO 24/06/2012


 ENCONTRO UFOLÓGICO NA CIDADE DE SOROCABA PARA NÃO PASSAR EM BRANCO O DIA MUNDIAL DA UFOLOGIA!
ENTRADA GRATUÍTA!!
No próximo dia 24 de junho, no auditório do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba, na rua Júlio Hanser 140.